quinta-feira, junho 30, 2005

...and dreams come true!

Parece que o sonho tornou-se realidade. Elsa Raposo aceitou o convite endereçado por Gonçalo da Câmara Pereira para candidatar-se à Câmara Municipal de Cascais. Por outro lado, este pretende entrar na corrida à autarquia de Lisboa...
Quem não deve ter ficado indiferente a estas notícias foi Pais do Amaral, que já pensa noutro reality show líder de audiências, a "Câmara das Celebridades". Por isso...
PROCURO CASA EM CASCAIS, VISTA CÂMARA MUNICIPAL, A QUALQUER PREÇO

quarta-feira, junho 29, 2005

I had a dream...

Sonhei que a Elsa Raposo estava a ponderar (e que bem pondera ela) candidatar-se à Câmara Municipal de Cascais. Acordei sobressaltado e ainda demorei uns quantos minutos a convencer-me que não tinha qualquer razão para mudar de casa.

Sudoeste meets Sendero Luminoso training camp...

"De 27 a 31 de Julho S. Gião, Serra da Estrela, vai ser um espaço revolucionário, aberto a tod@s, sejam ou não do Bloco. Um lugar privilegiado para pôr em comum experiências contra a corrente, exercer o direito ao sonho e trocar ideias para mudar a vida. Um lugar à tua espera. WORKSHOPS, DEBATE, MÚSICA, FESTAS, ALTERNATIVAS "

Só vou se estiver prevista uma palestra com o Sub Comandante Marcus e uma aula prática de arremesso de cocktails molotovs e técnicas de resistência a cacetadas...caso contrário é coisa para meninos.

Importa-se de repetir?!

terça-feira, junho 28, 2005

A não perder!

Hoje, independentemente daquilo que possa acontecer, vou sair disparado do escritório às 19h30, apanhar um táxi, encomendar uma Pizza com pimentos, extra-queijo, cebola, frango e bacon, exigir a oferta de duas latas de coca-cola e de asinhas de frango, passar no quiosque "lá do bairro" para que não me faltem cigarros, desligar o telemóvel e sentar-me em frente à televisão para deliciar-me com mais um episódio da magnífica telenovela "Ninguém como tu". Não é que o ritual não se cumpra todos os dias (à parte da pizza e do telemóvel desligado), mas hoje é especial. O Dr. António Paiva Calado (acho que tem um "de" algures), vilão a tempo inteiro, vai ser assassinado. Os suspeitos são muitos, mas já fiz a minha aposta.
Para aguçar o vosso apetite, aqui fica o link.

segunda-feira, junho 27, 2005

Proposta tácita de coligação?!

Eu já ando agitado e ainda estamos a 27 de Junho...

sexta-feira, junho 24, 2005

Ronald Reagan’s favorite show...ou dos generation gaps atípicos...

Posso não morrer de amores por conservadores, neo-liberais, republicanos e sequazes. Mas, e apesar da bílis ressentida por um ou outro comentário, não consigo deixar de gostar dos que o são com estilo. Ao ler o post do FMS no Quinto lembrei-me que só via o “Quem sai aos seus” por causa do Alex P. Keaton.
Dava vontade de escolher uma inicial, acrescentar-lhe um pontinho e deixá-la ali, cheia de charme, no meio do nome. Depressa percebi que não surtiria o mesmo efeito.
O Ronald Reagan disse que o “Family Ties” era a série preferida dele e até se ofereceu para participar, mas, os produtores da série, cheios de bom senso, recusaram-no...
Andei sempre a tentar perceber como é que se podia ter uns pais do Peace Corps, flower power and all that jazz e querer usar gravata todos os dias, assinar por baixo das políticas da Tatcher e venerar o Nixon.
É o generation gap atípico.
Se os pais são ultra conservadores lá aparece a menina de piercing, vestida à skater ou o menino começa a votar no Bloco e vai estudar sociologia só para irritar o pai conservadorzeco que vota no PSD desde que se entende por gente e estudou, como todo o resto da família, Direito na Faculdade de Coimbra.
Mas isto é produtivo. Grandes bandas e pensadores começaram assim, na revolta contra as entidades paternais conservadoras.
Mas o que verdadeiramente me preocupa é a resposta ao generation gap invertida...E se os pais forem os Liberais? Elise e Steven Keaton, liberais, pacifistas, perfil ideal para candidatos a alvos humanos em Bagdad, politicamente correctos, t-shirt a dizer eu estive no woodstock e fugi ao Vietname, hippies à séria...E lá lhes sai um miúdo revoltado que só quer andar de gravata, trabalhar na bolsa e venera o dinheiro.
Faz-me temer pelos meus filhos ainda por nascer. Por esta lógica distorcida vão ser do PP de certezinha...
Já os estou a ver, só para me irritarem, a dizer que o direito internacional é ficção, que o Saramago não vale nada, que se vão casar pela Igreja, que só lêem a Spectator, que o 25 de Abril foi uma fantochada (enquanto arrogantemente se recusam a dizer 25 de Abril e revolução e se referem sempre à data como vinte e cinco do quatro), que o Bush (nessa altura já não filho, mas neto(a), se a saga infernal dos Bush no poder continuar...well I’m keeping my fingers crossed ) é que é ....e outras alarvidades que tais...até ao dia em que me digam que são militantes do PP e eu os expulse de casa, num acesso de fúria maternal ao estilo “onde é que eu errei?”...
Antes a Mallory...

Ps. Nada contra os militantes do PP. Sim, ficava muito triste, mas se calhar não expulsava a cria de casa.
Ps.2 Este post devia ter uma imagem, mas, graças à "so called" melhoria das tecnologias da colocação de imagens (alteração que se me afigurava promissora quando comecei a escrever), não consegui inserir a imagem. À semelhança do Technorati, das nossas finanças, e do bom tempo para o fim de semana, este post vai deficitário... E muito menos catita!! FPB, agora sim, compreendo...

Os homens não se medem aos palmos?!

O Dr. Marques Mendes afirmou que pretende apresentar uma proposta de lei tendo em vista a redução do tamanho do Estado. O líder do P.S.D pretende, assim, demonstrar de uma vez por todas que está à altura das suas responsabilidades.

quinta-feira, junho 23, 2005

Efeitos do Arrastão

A praia de Carcavelos está muito mais agradável.

Estado deste Blogger (ou inveja com A/R)

Dolce fare a ponta...

ah, e praia também!

terça-feira, junho 21, 2005

Macacos me mordam...

quarta-feira, junho 15, 2005

Depende do ponto de vista...

Meu caro amigo LTN,
Para pessoas como o Casanova a história de Portugal começou a ser contada no 25 do 4, porque a História de Portugal mal foi decorada na primária...
Se bem que mesmo nessa prespectiva, nem mesmo com o monóculo apontado para esse soluço aziático que foi o PREC, terá o dito cujo do Vasco Gonçalves lugar no navio, quanto mais na proa da História Portuguesa.
E não, não vou falar do Camarada Cunhal.
Não me apetece abrir feridas que não são só minhas, perdendo naturalmente a objectividade, para falar de uma pessoa que (admito-o) me ultrapassa.
Acredito que os mortos fazem as contas com Deus e que Ele, na Sua infinita misericórdia, lhes dará o eterno descanso.
Só para o galo (mais dele que meu), o Camarada Cunhal acabou de merecer uma Avé Maria.
E sincera.

segunda-feira, junho 13, 2005

Eugénio de Andrade

As palavras

São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?

Eugénio de Andrade
(1923-2005)

"The Joy in Life is to be used for a purpose" G. B. Shaw

.
(1913-2005)
"Quando se tem um ideal um mundo é grande em qualquer parte"

quinta-feira, junho 09, 2005

Eu gosto é do Verão...

O calor intensifica. Intensifica o que se quer intenso. Mas também o que existe com a função última de ser escondido e disfarçado. Os cheiros, por exemplo, são mais do que cheiros, enchem-se de hiperbólicas intenções e passam a ser pestilência. Toda a gente fala nas maravilhas do Verão, que reconheço e aproveito, mas ninguém se lembra das vantagens do Inverno, ou mesmo do Outono.
Só eu, que sofro de um problema de insatisfação patológico.
Experimentem andar de metro. Ou de autocarro. A experiência situa-se algures entre Dante e o Sudoeste: passando pelo tormento das esferas mais baixas do Inferno da Divina Comédia de Dante, (aquelas onde ficam os que pecaram mesmo à séria... bem longe do Platão e do Sócrates -o mais famoso- que ficaram alojados no Ritz lá do sítio porque o Dante lá os encaixou na categoria dos soft sinners dado que, apesar de não serem tementes a um Deus, até pensavam umas coisas giras) aqui com carruagens repletas de gente em sofrimento espartilhada por tops que são curtos demais, calças que se enfiam por tudo quanto é sítio e camisas empapadas em suores acumulados de vários dias... Até ao ambiente Sudoeste do metro! Cheio das hordas de "field trips" de cavalões e cavalonas que votaram nee e non, tudo loirissímas e andrajosas criaturas com um metro e noventa ou mais, a carregarem mochilas de dimensões astronómicas e com pinta de festivaleiros, todos alegremente visitando os primitivos povos mais baixos, mais morenos e mais peludos.
Alguns deles apontam e falam várias vezes em Darwin (única palavra que consigo distinguir, especialmente no caso dos que votaram nee) e suponho que devam estar a falar da Teoria da Evolução das Espécies e em porque é que estes habitantes desta província espanhola tão simpática com um mosteiro tão giro são tão rodinhas baixas.

Com frio pensa-se melhor. No Verão we're just acting silly.
Li, aqui, alguém que dizia que a sua relação com o Verão era assim parecida com a relação com um gajo (só) bom na cama, gosta-se mesmo muito mas depois não se pode levar a lado nenhum, público pelo menos. Pois, à mon avis, se o Verão é assim como o gajo que é bom na cama mas depois envergonha em público, o Inverno é mais como aquele que não é nada de especial na cama mas aconchega intelectualmente. Combustível em abundância para os neurónios...embora não faça tão bem à pele. O dito não aquece nada mas dá sempre vontade de carregá-lo para tudo quanto é concerto (especialmente os daquelas bandas que esta rapaziada apadrinha), exposição e tertúlia pseudo-intelectual.
Se calhar é no Outono que está a virtude.
Pois, estou em crer que eu gosto é do Outono.

(Chama-se a atenção para o facto de o post supra não impedir a autora de escrever futuros posts exaltando as vantagens do Verão. Não deverá ser tomado por incoerência. Apenas preocupação com a epiderme.)

E esta hem?



Your #1 Match: ENTP


The Visionary
You are charming, outgoing, friendly. You make a good first impression.You possess good negotiating skills and can convince anyone of anything.Happy to be the center of attention, you love to tell stories and show off.You're very clever, but not disciplined enough to do well in structured environments.
You would make a great entrpreneur, marketing executive, or actor.

quarta-feira, junho 08, 2005

O Adeus a Mrs. Robinson

I'm just living out the American Dream

Há um país onde, supostamente, todos os sonhos se realizam.
Onde se chega com alguns tostões furados no bolso e se acaba estrela de cinema, casado com uma Kennedy e Governador do Estado da Califórnia.
Ainda que se continue com um mau sotaque e a ser principalmente recordado por frases como:
Hasta la vista baby e I'll be back...
Nos E. U.A. tudo parece ser possível.
O New York Times iniciou uma série de artigos sobre Classes e sobre mobilidade social em geral.
E muito, claro, sobre o sonho americano e se ainda existe.
Segundo a maioria dos americanos, a sociedade onde vivem continua a ser uma sociedade onde se ascende pelo mérito, pelo esforço e pelo trabalho.
Por outro lado, os vários estudos apontados no artigo anunciam que a tão apregoada mobilidade social anda nas ruas da amargura.
O facto é que, num qualquer domingo à tarde de greve generalizada dos neurónios de serviço, ligar a televisão e ficar a ver o "Fabulous Life of" no VH1 (que por acaso até é do Trump) é partilhar a experiência do sonho americano. Frotas de carros, “walking closets”, casas ou "cribs",destinos de luxo, excentricidades várias...tudo perks de multimulionários dos vinte ao trinta que se chamam Justin, Britney ou Jessica, e que, fazendo jus ao sonho americano de chegar, ver e vencer começaram sem nada e conquistaram o mundo ou, pelo menos, as billboards...
Vê-se e pensa-se...only in america.
Há quem diga que já não se justifica falar em classes, que anda tudo tão disperso e difuso que a rigidez típica da estratificação social que incluía a classe baixa, a média e a alta se multiplicou em inúmeras sub classes.
Independentemente de qualquer outra coisa, o que faz com que os americanos continuem a poder anunciar a América como a terra prometida é a sua crença que de facto assim é.
A sua crença de que os seus filhos terão mais do que eles tiveram, os seus netos também e assim sucessivamente.
Não é, como bem se sabe, tão cor-de-rosa o cenário.
As promessas anunciam-se mas nem sempre se concretizam, e o melting pot não é tão melting nem é tão pot.
Mesmo assim, aqui fica a dica para leitura destes artigos, se possível ao som da Madonna(outro ícone da self made woman e do american dream) enquanto canta isto:
I'm drinking a Soy latte
I get a double shot?
It goes right through my body
And you know I'm satisfied
I drive my Mini Cooper
And I'm feeling super-dooper
Yo they tell I'm a trooper
And you know
I'm satisfied
I do yoga and palates
And the room is full of hotties
So I'm checking out the bodies
And you know I'm satisfied
I'm digging on the isotopes
This metaphysic's shit is dope
And if all this can give me hope
You know I'm satisfied
I got a lawyer and a manager
An agent and a chef
Three nannies, an assistant
And a driver and a jet
A trainer and a butler
And a bodyguard or five
A gardener and a stylist
Do you think I'm satisfied?
I'd like to express my extreme point of viewI
'm not Christian and I'm not a Jew
I'm just living out the American dream
And I just realised that nothing
Is what it seems
Do I have to change my name?
Am I gonna be a star?

sexta-feira, junho 03, 2005

Personality Type



Your #1 Match: ISTJ


The Duty Fulfiller
You are responsible, reliable, and hardworking - you get the job done.You prefer productive hobbies, like woodworking or knittings.Quiet and serious, you are well prepared for whatever life hands you.Conservative and down-to-earth, you hardly ever do anything crazy.
You would make a great business executive, accountant, or lawyer.

Sabedoria popular

O PS acusou vezes sem conta o anterior executivo de pintar um quadro demasiado negro do país teorizando sobre a influência do discurso pessimista na recessão do País, tornando-a ainda maior, como que insuflando-a. Pois, pois... era isso.

Pela boca morre o peixe.

Tão amigos que eles eram...

Dito por não dito...

quinta-feira, junho 02, 2005

Eu acredito!