quarta-feira, novembro 02, 2005

Pois, somos todos ricos...

José Sócrates prometeu o «perdão integral da dívida de Moçambique a Portugal».

4 Comments:

Blogger Bart Simpson said...

Ainda bem. Eles são mais "tesos" que nós...

4:14 da manhã  
Blogger lux said...

Que cretinice! E logo eles que têm um povo tão produtivo, que sempre aproveitou a sua riqueza, matéria prima, matéria humana em benefício do desenvolvimento do seu próprio país. Moçambique, essa potência capitalista, em franca ascensão económica e social, com um nível de vida invejável. Todos os recursos ao serviços do aumento de uma riqueza invejável, um país que não conheceu o colonialismo e a subserviência dos povos.
Mas que cretinice, Portugal perdoar a dívida. Realmente, já agora, mandamos também para lá ajudas (comida, roupa, livros), não?
Caridadezinha, ainda vá lá, parece bem na comunicação social.
Agora perdoar uma dívida que, à partida já sa sabe que vai ser paga (?), e bem paga é que não. Não senhor. Solidariedade só quando há guerra, invasões a países terroristas, isso sim. Mandar os nossos homens, dinheiro e o que mais for preciso.
Olha que imbecilidade. Ainda por cima era uma bela de uma receita extraordinária no Orçamento de Estado para 2006. Olha, para a Defesa Nacional, por exemplo.

6:58 da tarde  
Blogger Tiago said...

Recomendo "A riqueza e a pobreza das nações" de David Landes: parece que, na política internacional como na vida, os mais fracos não perdem sempre. Mas este último comentário deu-me uma ideia formaidável. Não trabalho nunca mais, pois sou filho de pai alentejano, mãe moçambicana, e nasci no Brasil. Os gajos do VISA que me apanhem, se conseguirem.

11:17 da tarde  
Blogger lux said...

Ainda bem. Sim, porque todos os brasileiros, moçambicanos e portugueses - com especial incidência - no alentejo, são uns desgraçados, não são autónomos e vivem à custa dos outros. Foi exactamente isso que eu quis dizer. Por outras palavras. Outras.
Assim ao estilo dos "árabes". Iraquianos, sírios, iranianos, são todos árabes e são todos terroristas.
Vou ler esse livro e recomendo um outro. "O Capital".

Nota: há uma coisa chama extracto que localiza os movimentos bancários. E nesse extracto costuma ter o dia, o local, a hora dos movimentos. É capaz de não ser uma boa opção. Talvez um número de conta online para se fazerem donativos, assim não é preciso fugir. E quem doar ainda desconta no IRS. E também se pode escrever aos grupos parlamentares para uma iniciativa legislativa: um subsídio para pessoas nessa situação. Filhos de angolanos também são subsumíveis neste âmbito.

3:06 da tarde  

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